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Como acontece a correção da carta de crédito, após a contemplação

Correção do Crédito

No Consórcio, o poder de compra do consorciado é garantido até o fim do grupo. Isso você já sabe, não é mesmo?

O Consorciado tem acesso ao crédito atualizado na data da contemplação para a compra do bem ou serviço desejado. Mas, caso o valor não seja utilizado após a contemplação você sabe o que acontece? Sabe sobre correções do crédito no Consórcio?

A correção do crédito é fundamental no Consórcio pois garante que o consorciado tenha o valor suficiente para comprar o bem ou o serviço desejado, mesmo que seu preço tenha sido alterado. Assim, seja ele contemplado no primeiro ou no último mês do grupo, seu poder de compra está garantido.

A correção do crédito ao longo do grupo ocorre conforme critérios estabelecidos em contrato. Ao consorciado contemplado e quitado, o pagamento do valor em espécie é feito em até 180 dias, conforme normatização do Banco Central do Brasil. Cabe ao participante a decisão de quando utilizar. Isso pode ocorrer imediatamente ou no momento em que achar mais oportuno, até a última assembleia do grupo.

O Consórcio Tradição, tem como diferencial realizar o pagamento em até 30 dias, após carta de crédito quitada e contemplada.

A partir da contemplação, o crédito deixa de ser atualizado e passa a ser acrescido dos rendimentos de sua aplicação financeira até o dia útil anterior a sua utilização.

Por exemplo: Você foi contemplado com o crédito de R$ 50 mil e optou por não utilizá-lo imediatamente. Dez meses depois, você decide que chegou o momento ideal. Mesmo que o crédito tenha sido atualizado novamente, você receberá os R$ 50 mil vigentes na data da contemplação. Porém, a eles serão acrescidos os rendimentos financeiros até o dia útil anterior a sua utilização.

Como funciona a análise de crédito, saiba mais aqui.

Porque não há correção do crédito após a contemplação?

Os participantes do grupo contribuem para juntar o valor dos créditos que são concedidos mensalmente. Logo, todos contribuíram com base no valor vigente na data da contemplação.

Caso o valor mude, todos contribuirão a mais para poder pagar a diferença dos que ainda não puderam usar o crédito. Mas se o consorciado teve a oportunidade de usar, mas não quis utilizá-lo, o grupo não tem obrigação de pagar pela diferença, que é uma consequência de sua escolha.

Lembre-se: a mesma regra que vale para você, vale para todos. Ou seja, você também não terá que pagar caso outro consorciado deixe de usar o crédito e esse seja alterado.

Qual é a aplicação financeira ao qual os recursos do grupo são submetidos é definido pelos próprios participantes do grupo. Isso ocorre durante a primeira AGO, dentre as modalidades permitidas pelo Banco Central, são:

I – títulos públicos federais registrados no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (SELIC), inclusive por meio de operações compromissadas; e

II – fundos de investimento e fundos de investimentos em cotas de fundos de investimento constituídos sob a forma de condomínio aberto, que sejam classificados como de Renda Fixa e que incluam na sua denominação os sufixos Curto Prazo, Referenciado ou Simples, nos termos da regulamentação editada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Se você foi contemplado e não utilizou o crédito, é possível solicitar a ata da primeira AGO do Grupo. Consultando a ata, é possível obter todas as informações desejadas. Caso tenha dúvida, entre em contato com nossa central de atendimento 0800-877-0020 ou 4003-5090.

 

 

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