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Como fazer um orçamento

Finanças pessoais pode parecer um bicho papão, mas existe um instrumento fundamental que pode te ajudar a entender melhor tudo isso e se organizar: orçamento. Ele é como uma fotografia do que aconteceu com o seu dinheiro ao longo dos meses e também uma previsão dos seus ganhos e gastos futuros. Quando você adquire o hábito de fazer um orçamento, é possível atingir muitos benefícios para sua vida, como:

  • Conhecer sua real situação financeira;
  • Ajudar a planejar sua vida, seus sonhos e seus projetos para o futuro;
  • Definir e redefinir prioridades – pensar no que é realmente importante para você e sua família;
  • Organizar sua vida financeira patrimonial;
  • Conseguir consumir de forma contínua, sem precisar interromper o consumo por ausência de recursos.

Elaborar o orçamento não é tão complicado quanto parece ser. Uma excelente ferramenta de orçamento é aquela que você mesmo cria, pois uma ferramenta feita por outra pessoa pode não corresponder às suas necessidades.

Utilizar um simples caderno de anotações pode fazer com que você vá, aos poucos, conhecendo como você gostaria de organizar e visualizar os seus gastos. Vale lembrar que o mais importante é COMEÇAR.

Conheça 4 passos simples, para você conseguir elaborar o seu orçamento mensal e ter uma maior compreensão da sua relação com o dinheiro.

1. Anote suas receitas e despesas

Comece anotando todas as suas receitas e despesas. Reserve uma pequena parte do seu tempo para registrar todos os seus gastos diários e torne isso um hábito. Não é preciso fornecer muitos detalhes, apenas anote com o que ou onde gastou (padaria, mercado, ônibus, gasolina, restaurante, contas pagas), a quantia gasta e o meio de pagamento utilizado (cheque, dinheiro, cartão ou outros).

2. Agrupe as receitas e despesas

Agrupe as despesas e as receitas do mês em categorias. Ao longo do mês, você pode receber dinheiro, ou seja, obter receitas, de diversos locais ou de diferentes fontes (salário, recebimento de aluguel, um amigo que lhe devolve um dinheiro que você emprestou). Da mesma forma, você gasta seu dinheiro nos mais variados tipos de produtos e serviços (compra de roupa, supermercado, padaria, conta de luz, gasolina, prestação da casa, aluguel).

É importante que, de tempos em tempos (pode ser uma vez por semana), você agrupe essas despesas em categorias. Por exemplo: gastos com conta de luz, gás, aluguel, podem ser agrupados em uma categoria de despesa chamada “Habitação”. Gastos com supermercado, padaria, feiras podem ser agrupados como “Alimentação”. Uma possibilidade de categorias de agrupamentos seria: Habitação, Alimentação, Saúde, Educação, Transporte, Vestuário, Lazer e Financeiro.

Isso permitirá a você saber, no fim do mês, exatamente de onde seu dinheiro veio e, principalmente, com que ele foi gasto.

3. Analise a situação com atenção

Ao terminar o mês, organize os grupos de receitas e despesas que você criou. Nesse momento, forma-se um retrato fiel de como você adquire renda (recebe dinheiro) e de como gasta seu dinheiro ao longo de um mês (gera despesas).

Com os dados já organizados, dedique um tempo precioso para refletir sobre eles. Verifique se o que você recebe está sendo suficiente para cobrir suas despesas. Se for insuficiente, estude opções para solucionar o problema. Você pode aumentar suas receitas, diminuir suas despesas ou mesmo fazer as duas coisas.

Talvez você perceba que gasta muito com algo que não é importante, ou se dê conta de que algo muito importante para você está recebendo pouco ou nenhum recurso. É hora de priorizar sua vida e seus gastos, alocar dinheiro naquilo que mais importa para você!

4. Planeje o próximo mês

Tendo como base seus registros organizados e suas análises, agora você é capaz de planejar o orçamento do mês seguinte. Se você seguir os passos anteriores, terá condições de estimar (calcular) quanto e como quer usar o dinheiro do próximo mês. Com base no mês anterior, procure elaborar o orçamento, estimando as receitas que você deve receber ao longo do próximo mês e também as despesas, de acordo com o seu padrão de consumo. Lembre-se de agrupar seus gastos por categoria, pois isso facilita com que a estimativa fique mais próxima do real.

Não fique preocupado se, nos primeiros meses, você se sentir um pouco perdido, ou se suas estimativas não forem muito acertadas, ou mesmo se você não tiver ideia do quanto irá gastar com determinada categoria de despesa. Quanto mais vezes você fizer esse exercício, mais fácil e mais precisa será a sua capacidade de planejar o mês seguinte. Em geral, após três ou quatro meses de prática, a maioria das pessoas passa a ter condições de estimar seus gastos com mais precisão. Dê o primeiro passo e comece a fazer o orçamento, com as ferramentas que você tiver. Não há melhor meio de aprender do que a prática!

Vale lembrar também que um objetivo interessante é chegar ao final do mês com saldo positivo: receita (valor recebido) maior que despesa (valor gasto). Isso vai permitir que você tranquilize-se em relação às suas finanças e vá, aos poucos, conquistando fôlego e coragem para planejar saltos maiores, tais como guardar dinheiro, ter uma reserva para imprevistos, definir meta ou sonho que seja importante para você.

É possível guardar R$100,00 começando com R$10,00, mas não é possível guardar nenhum valor se não começarmos de algum lugar.

Por fim, o uso do dinheiro muitas vezes envolve não apenas você mesmo(a), mas também sua família e as pessoas mais próximas a você. Caso essa seja sua realidade, não deixe de conversar com seus familiares e traçar planos em comum, de modo que todos sejam responsáveis por cumprir com o que for definido no orçamento.

Fonte: Banco Central do Brasil / Cidadania Financeira

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